Directório de empresas
Serviços
home
   CanaisAmbiente | Desporto | Cultura | Economia | Entretenimento | Personalidades | Sociedade | Tecnologia | Urbanismo | Diversos
Teatro Teatro
Cinema Cinema
Música Música
Exposições Exposições
Feiras
Literatura Literatura
Museus Museus
Animação Animação
Diversos Diversos

Login

 
Registo de Utilizador
  (100% grátis!)
Recuperar Password

Serviços de urgência
Património concelho
Guia da noite almadense

Centros Comerciais
Ensino no Concelho
Pesquisa

Agenda
Noticias
Hospital Particular de Almada - www.hpa.pt

Real condomínio - www.realcondominio.pt

 Home page > Freguesias > Trafaria
 

Santo Padroeiro
São Pedro
Actividades económicas
•Comércio
•Pesca
População
10 000 habitantes
Festas e romarias
•Festas populares
(12, 24 e 29 de Junho)
•Festa da Vila
(1 a 9 de Julho)
•Festa do Peixe e do Marisco
(Julho)
Património
•Coreto
•Monumento ao Padre Baltazar
•Monumento ao Militar
•Igreja Matriz
•Capela de Nossa Senhora da Conceição
•Igreja de São Pedro
Gastronomia
Caldeirada de marisco
Artesanato
•Miniaturas em madeira
•Trabalhos em concha
•Pintura de vitrais
•Cerâmica

Junta de Freguesia
Largo da República
Edifício do Mercado
2829-502 Trafaria
Tel: 212 950 834
Fax: 212 940 329

A 7 de Outubro de 1926, foi criada, pelo decreto n.º 12/432 a Freguesia da Trafaria. Situada na margem sul do rio Tejo limitada pelo "Bico da Calha" e o "Portinho da Costa".
Originalmente, tratava-se de um pequeno aglomerado de cabanas de pescadores, sendo, ainda hoje, a pesca uma das principais ocupações da população desta Freguesia.
Na época de Verão, juntamente com a Costa da Caparica, constui uma das mais concorridas e animadas praias da região da capital.

Um pouco de História
No dia 23 de Janeiro de 1777, foi a vila, então aldeia, mandada incendiar pelo Marquês de Pombal, para castigo dos seus habitantes, que haviam ousado desagradar ao omnipotente ministro de D. José. Na origem deste acto, esteve a necessidade do Marquês de aumentar os contigentes do exército nacional. Tendo ordenado o recrutamento, muitos mancebos se escusaram.
Constou então a Sebastião José de Carvalho e Melo que grande número dos refractários se escondiam na Trafaria pelo que este mandou lançar fogo à aldeia a fim de os prender ou vitimar. O executor da sentença foi Pina Manique que tinha por missão fazer ingressar nas fileiras militares os que de lá fossem fugindo. Muitos outros, porém, pereceram no incêndio.
A povoação foi, entretanto, reconstruída.
Raúl Brandão exclamou perante a Trafaria “Horrível!”. Este epíteto não impediu que grandes figuras como Ramalho Ortigão, Bulhão Pato e outros aqui "viessem a banhos". Segundo Raúl Proença uma das belas páginas das Farpas é a que descreve a morte de um pescador, no mar, à vista da praia e que tem por cenário, precisamente, a Trafaria.

Entre a Trafaria e a Costa existe um grande pinhal, de plantação recente, pertencente ao Estado, através do qual se pretendeu fixar as dunas da costa. Com uma vala de drenagem enxugaram-se as terras pantanosas entre o Tejo e o Atlântico.
Na área da freguesia há vários fortes, incluídos no conjunto defensivo da barra e porto de Lisboa – Alpena 1 e 2, Raposeira 1 e 2. Na Trafaria há ainda a destacar a Sociedade Recreativa Musical Trafariense, que integra uma Banda Filarmónica e uma escola de música, oficialmente inaugurada a 8 de Maio de 1900. Não se conhece, ao certo, o ano em que pela primeira vez apareceu o conjunto musical da Trafaria. Sabe-se, no entanto, que aquando da criação da Sociedade já existia na localidade um “Sol e Dó”, que habitualmente alegrava as festas ou acompanhava cortejos fúnebres.
A ideia de criação de uma banda começou a germinar na cabeça de alguns trafarienses, após uma exibição, na localidade, da Banda da Sociedade Filarmónica 1.º de Julho de 1890 (Fonte Santa), nos finais do século XIX. Depois de assente a ideia de criação da Sociedade Recreativa Musical Trafariense, na taberna de José Cardoso, e de reunidos os necessários apoios da população, os fundadores iniciaram a busca de uma sede.
A sua primeira sede foi o primeiro andar do número 35 da Rua 5 de Outubro, mudando-se a Sociedade, algum tempo depois, para o número 72 da mesma rua, que lhes oferecia melhores condições.
O seu primeiro regente foi o Sr. Dias, anteriormente regente da Banda da Fonte Santa.
No ano de 1901 a rainha D. Amélia deslocou-se à Trafaria, a fim de inaugurar a primeira Colónia Balnear que existiu em Portugal.
Em 1905 foi o rei D. Carlos que esteve na Trafaria para proceder à inauguração do novo quartel, no que se fez acompanhar por alguns dignatários.
Devido à garbosa participação nos dois aconteciemtos referidos e por ser um pólo de divulgação cultural na região a colectividade recebeu o título de Real Sociedade Recreativa Trafariense, o qual usou orgulhosamente até à Implantação da República em 1910.
  Pontos de interesse
Cais de Cacilhas
Cais do Ginjal
Castelo
Casa da Cerca
Casa da Juventude
Cristo-Rei
Fórum Romeu Correia
Parques e Jardins
Miradouros
Centro de Lazer SJC
Monumentos
Seminário
Almada Forum

Freguesias
Almada
Cacilhas
Charneca de Caparica
Costa de Caparica
Cova da Piedade
Feijó
Laranjeiro
Pragal
Monte de Caparica
Sobreda
Trafaria

Serviços
Classificados Online
Navegador Interactivo
Farmácias de Serviço
Postais Ilustrados
Forae de Discussão

REPROJOPA - www.reprojopa.pt

X casa - www.xcasa.pt

Pizzarias Verde Amarelo - www.pizzariasverdeamarelo.eol.pt

 
 
2003© DigitAlmada.com | Garantia de Privacidade | Aderir à Comunidade
Sugestões | Publicidade | Aviso Legal | Contactos